Dedico-me apenas às suas aparições...
Não me canso de os afirmar,
Se me dão vida, se me indicam o caminho
Que ruma à calma da tranquilidade não esvaecida…
Não receio encontrar o sofrimento,
Apenas disfarçarei as cores
Com que ele me pinta os dias em aflições
E pensar-me feliz neste triste contentamento.
Pela minha consagrada insignificância,
Pela minha erudita ignorância,
Sim, afirmo... Sinto-me feliz!
Porque tenho sonhos desmedidos
E não cobiço a sua morte,
Nem abdico dos seus dolorosos desejos
Se nunca me esqueço de fielmente os desvendar.
Antes prefiro esgotar-me e morrer na praia
Do que um findar pálido nas lágrimas do seu mar.''
Not mine, his.
Sem comentários:
Enviar um comentário