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sexta-feira, 6 de março de 2015

Ontem na Listserve:

A Simple Idea: 

What if we spent as much time reading and studying scientific texts as we did religious ones? What if there were more Principia study groups than Bible groups? What if more people knew the story of Archimedes and its meaning than the story of Noah’s Ark? What if we memorized natural laws, and as many people knew what E=MC² meant as John 3:16?

 A Framework: 

Let’s retool the machinery for indoctrinating our kids. Let’s change the payload of mythic stories and fear and replace it with knowledge and wonder. You can set aside an hour a week to discuss great ideas and explanations of the world. Sit down with your family, your friends, and study and discuss a single topic, or a single aspect of a topic. It doesn’t have to replace Sunday school. It can be alongside it. Let’s learn from religious techniques to bring wonder to the masses. Let’s find a way to present it in bites that are easy to swallow. Let’s make it social. Let’s make it relevant to everyday modern life. Let’s learn in small groups in people’s homes. Let’s put wow into the pursuit of answers. Let’s wonder.

A Spark: 

It’s hard to deny the grandeur of the universe when you look at the night sky or see a bee’s wing under the microscope. We all react to that. Call it God, call it Nature, call it the Universe, we all feel it. Let’s use that as a jumping-off point and carry that ember with us, nurturing it, poking at its edges, learning. Let’s stoke it and warm to its flame every week with our friends.

A Method: 

Build on that wonder by asking, “Why?” Make a guess, test it, use the results to make another guess. Teach this method and give everyone the tools to find answers. To build on what others have done. To stand on the shoulders of giants. Make inquiry a lens through which we see the world. Motivation: Failure to believe in science will not send you to hell. What can motivate people to the Truth without the threat of eternal damnation? What can motivate them like the promise of eternal life does? Probably nothing. But the more we know about our world, the better we can understand our place in it.

A Few More Questions: 

Can the teachings be tied to spirituality? Can studying science provide comfort for the nagging question of why we are here and what happens when we die? If the truth is that there is nothing, can that be mitigated or even transcended by our knowledge of greater truth and our place in it? Or is it just a hollow pursuit and a dramatic bummer? I don’t have answers, but let’s get together and ask them! It’s ok to be smart and not sheep. Let’s search. Let’s wonder.

Core:

We need to develop curricula with workbooks and study questions and areas for further study in disciplines like Physics, Chemistry, Evolution, Thermodynamics, Quantum Mechanics, Gravity, Cells, Germ theory, DNA.
 We need accessible and consistent translations of the Gospels of the Saints of Science. For example: Philosophiæ Naturalis
Principia Mathematica
Relativity: The Special and the General Theory
On the Origin of Species

We will probably need Saints: 

Copernicus, Darwin, Da Vinci, Archimedes, Newton, Aristotle, Hawking, Asimov, Sagan, Feynman, Galileo, Vesalius, Dawkins. Schrodinger, Wilson, Hooke, Freud, Einstein, Archimedes, Pasteur, Curie, Crick

It just an idea and not a treatise nailed to a door. But it could work. It could be a new way to do things. Could it catch on?

I wonder.

Steve Graham

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

2014

Não sei lidar com a morte. Este ano alguém próximo morreu e não sabia o que fazer: passei uma semana em modo zombi em que só acordava para chorar. Não escrevi nada no facebook, não vim ao blog, não disse a quase ninguém.
Estou bem, põe esses sentimentos numa gaveta até estares sozinha, não despertes mais perguntas.
Pensei em escrever sobre isso, escrever sempre me ajudou a organizar os pensamentos, mas cada vez que pensava nas primeiras frases sentia as lágrimas a voltar e enterrava essas ideias por mais uns dias. Daqui a um mês, daqui a três meses, quando voltar a Portugal, quando voltar do Peru... 
Ainda hoje, quase seis meses depois, custa pensar nisto. Custa mas tenho de desabafar nalgum lado e este é o meu espaço.
Ainda não tinha começado a lidar com isto tudo quando surge outra má notícia. Merda. Passei um mês completamente incomunicável sem saber o que estava a acontecer, o que estaria à minha espera quando voltasse.
Merda. Pelo menos o ano está a acabar, isto deve contar para alguma coisa, não?
Não. Ontem outra pessoa morreu. Não era familiar ou melhor amigo, mas era o Velho, o nosso Velho.  E tento ignorar pelo menos até acabar de escrever um artigo, tento ignorar porque não sei o que mais fazer, mas o facebook é inundado de despedidas e aqui estou eu a tentar lidar com o que quer que seja que está a acontecer.
Pronto. É isto.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

update

(para mais tarde recordar ja que isto anda as moscas)

O Schumacher (le-se xumarra) partiu a cabeca e a Merkel partiu a bacia. Um ovni andou a sobrevoar Bremen e esta um calor muito estranho para inicios de Janeiro. Uma onda varreu o Porto. Acho que vou ligar a toda a minha familia para dizer que gosto muito deles...

Ainda tenho coisas no apartamento antigo (incluindo a minha bicicleta) e no novo esta tudo espalhado por malas, caixas e cadeiras. Preciso de ir *urgentemente* ao IKEA que nao tenho onde arrumar tudo. Ando com uma bicicleta demasiado grande para mim, o que me faz precisar de 5 minutos extra para chegar ao departamento.

Ser estudante de mestrado abre todas aquelas portas que antes estavam reservadas aos professores e as senhoras da limpeza, incluindo aquela salinha do cafe e dos sofas. Tudo isto enquanto fico uma Pro em programacao.

Uma noite que devia ser romantica transformou-se na criacao de uma pequena empresa. Devemos comecar a tratar disso depois dos exames.




So ha uma coisa que me chateia: todas as tentativas de por acentos em certas vogais saem furadas... Algo como ~a, ^e, ´i. E o "c" de cedilha? Tornou-se um mito!!!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Do voltar a casa

Passar de meia cama de solteiro para uma de casal é...giro. Mas só dormi numa tirinha...
ESTÁ SOL!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Vantagens de ter uma cadeira com 4 alunos apenas:

Ontem um faltou, outro trouxe chá, outro trouxe bolachas caseiras e o professor trouxe chocolate quente. Quatro pessoas a tomar uma bebida quentinha e a comer bolachinhas.

Tinha tudo para ser a pior aula do semestre e tem sido a mais descontraída.
De repente estudar o ciclo do azoto e do carbono (outra veeeeez) não parce tão mau...

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Do desemprego

Passei um ano a decorar a programação da FOX, a não receber resposta alguma aos milhentos CV que enviei, a ver o TLC, a mudar o quarto, a sala e a cozinha, a ver todas as séries idiotas que existem... Um ano a contar moscas, basicamente.
Esta semana finalmente arranjei trabalho para o verão, o meu irmão arranjou um cão cá para casa, descobri que a Joana volta daqui a nada e que daqui a uns meses vou dizer auf Wiedersehen a Portugal. 
Se tenho mais alguma notícia sou capaz de ter um ataque cardíaco, já me tinha habituado a uma vida em que a maior emoção era o meu irmão chegar mais cedo a casa e o jantar ainda não estar pronto...

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Da Alemanha

Jäggermeister e Weizen. Sair de um bar - sóbria - porque já é dia (sol que nasce antes das 5h).

 Oh Coimbra, que tão mal me habituaste!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Em relação ao vídeo do Relvas no ISCTE de que toda a gente fala,

Nó somos um povo calmo e racional. Nós tentamos resolver tudo com base na conversa e negociações de um modo cívico. O nosso 25 de Abril foi, de uma forma muito simplificada, uma revolução com flores e música.
E como povo estamos a chegar ao limite. É melhor pararem com estas brincadeiras...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A irmã mais velha

Há uma moça que gosta do meu irmão. Nunca a vi na vida e nunca ouvi falar dela, mas ela quer que eu a ajude a preparar uma surpresa no dia dos namorados. Falei com o meu irmão e afinal ela é uma psycho que já anda atrás dele há demasiado tempo para ser saudável. Tenho saudades dos tempos em que só ouvia risinhos tímidos cada vez que uma delas passava por mim no colégio...