domingo, 27 de fevereiro de 2011

Abri a alma um bocadinho, o que se segue tem fortes probabilidades de não interessar a ninguém:

Eu agora calço sabrinas e saltos altos, visto skinny jeans e mini-saias, uso lenços cor-de-rosa e brincos compridos, ouço Heartbeats e outras músicas calmas e fofinhas.
No entanto continuo a ouvir heavy metal.
Aliás, continuo a adorar heavy (e outras variantes) metal.

Nesta semana, no final de uma aula de desenvolvimento das plantas a minha mãe liga-me. Tinha acabado de pôr som no telemóvel e de o arrumar arrumadinho na pasta quando começa a tocar (alto). O meu toque é este. Além de ter posto todo o laboratório a olhar para mim (professor incluído), o fdp encravou e não conseguia atender/rejeitar/etc.
Foi um episódio bonito.

Hoje sonhei com isto. 
Mas estava no laboratório do 1º andar do botânico e havia duas adições à turma: a pessoa que me apresentou aos Slipknot e a pessoa que me ofereceu uma rosa negra. Assim que o telemóvel tocou, o prof começou a dar-me um sermão porque aquilo não era música para uma menina respeitável, era música do diabo, e as duas pessoas começaram a bater-lhe porque aquilo não era maneira de falar comigo. Já não me lembro como acabou esta história...



Às vezes gosto de surpreender as pessoas nestes assuntos, outras vezes é só irritante ter de explicar que posso gostar disto e disto ao mesmo tempo. E que não quero degolar galinhas para fazer rituais (mas já passei por essa fase :P)...

1 comentário:

Pa* disse...

ai como eu me lembro daquela menina que adorava usar pretoooo e tinha montes de recorte tenebrosos :D belos tempos!!!

épa eras a minha esquisita preferidaaaa