Tudo é cíclico. Tudo.
E a minha estupidez também. Passo de uma fase lúcida para uma estúpida em que deixo de medir as consequências dos meus actos e para outra fase lúcida outra vez, assim do nada, uma sobriedade caída do céu. E deprimo. E fecho-me no quarto. E tento adormecer que o amanhã deve ser sempre melhor.
Ou então vou p'ró Couraça pedir alguidares...
Às vezes só apetece esquecer que um mundo cruel e imperfeito existe e passear! Apetece sorrir com sinceridade sem ter de explicar depois, apetece desligar os telemóveis, o computador, apetece esmagar todos os bip's e gritar. Gritar aos sete ventos o que vai na alma, no coração; o pensamento mais íntimo do ser.
Apetece-me agora sair de casa só com as chaves e ir tocar a algumas campainhas. Apetece-me também andar pelas ruas aos pulinhos como fazia aos 10 anos, ver o sol nascer deitada num qualquer telhado de Coimbra e só depois voltar a casa, voltar ao mundo... E dizer bom-dia a quem passa com cara de quem esconde um grande segredo.
Às vezes só apetece esquecer que um mundo cruel e imperfeito existe e passear! Apetece sorrir com sinceridade sem ter de explicar depois, apetece desligar os telemóveis, o computador, apetece esmagar todos os bip's e gritar. Gritar aos sete ventos o que vai na alma, no coração; o pensamento mais íntimo do ser.
Apetece-me agora sair de casa só com as chaves e ir tocar a algumas campainhas. Apetece-me também andar pelas ruas aos pulinhos como fazia aos 10 anos, ver o sol nascer deitada num qualquer telhado de Coimbra e só depois voltar a casa, voltar ao mundo... E dizer bom-dia a quem passa com cara de quem esconde um grande segredo.
1 comentário:
Apetece ter uma dia fora da estúpida rotina habitual, sentir que há dias com valor e sentido e que são só nossos. Apesar fazer um fresh start nem que seja por um dia/noite. Apetece desenjoar da sensação de que é sempre tudo o mesmo.
E apetece muito mais mas vou calar-me.
Percebo-te.
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