sábado, 20 de fevereiro de 2010

Not always but forever.

Tenho saudades tuas outra vez.

São só saudades do teu corpo, não quero aquelas conversas da treta de sempre. Quero que toques à campainha de madrugada até te abrir a porta, quero que não aceites nenhuma das minhas desculpas ensonadas para não sair de casa e me arrastes para a rua.
Está a chover? É só água... Está frio? Nós sabemos que trabalho biológico liberta calor... Mas não inicies nenhuma conversa! É só perder tempo. Acabamos sempre da mesma maneira, apenas quase despidos porque estamos atrasados para o compromisso seguinte...

Amanhã.

Amanhã não vamos desperdiçar um minuto que seja com conversas inúteis. Amanhã dou-te permissão para me vendares os olhos e me raptares depois da meia-noite, até desligo o telemóvel para não me distrair...
Prometes desligar o teu? Prometes desligar-te do resto do mundo e cair em todas as tentações que eu fizer aparecer?

Diz que sim...

Habituei-me a ti e gostei deste hábito. Sei que também te habituaste à minha presença e que és feliz assim. Eu sei que por muito que se negue em público, o que na verdade existiu nunca deixará de existir. Lá no fundo tu também o sabes.



E nós existimos.
Não há muito tempo atrás.

4 comentários:

Nada disse...

Os hábitos são vicios...e o mau não é os começarmos é os terminarmos. Todas temos aquele momento em que não queremos conversa, queremos a pessoa...ponto final. É dificil nem tudo ser tão facil como os nossos pensamentos.

Bom fim de semana =)

Salomé Gonçalves disse...

It's just a story...

Carina disse...

Gosto muito desta história!

Carina disse...

Gosto muito desta história!